A situação, hoje relembrada com bom humor pela família, virou motivo de brincadeira em encontros e conversas entre os Gil
A origem do nome de Preta Gil, que morreu no domingo (20/7) aos 50 anos, carrega uma história inusitada que envolve o pai, Gilberto Gil, e uma exigência feita no momento do registro civil. A cantora nasceu no Rio de Janeiro, em 8 de agosto de 1974, fruto do relacionamento entre o músico e Sandra Gadelha, sua esposa na época.
O casal já tinha decidido que a filha se chamaria Preta. Mas ao chegar ao cartório para oficializar o nome, Gil se deparou com um obstáculo inesperado: o nome, embora escolhido com carinho, causou estranhamento na hora do registro.
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Relembre o último show de Preta Gil ao lado de Gilberto GilReprodução: X

Gilberto Gil e Preta GilReprodução/Agnews

Gilberto Gil e Preta GilReprodução/Redes sociais

Gilberto Gil e Preta GilReprodução/Agnews

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Gilberto Gil e Preta GilReprodução: Redes Sociais

Preta Gil está nos Estados Unidos para um tratamento experimental contra o câncer no intestinoReprodução Instagram

Flora, Preta e Gilberto GilReprodução/Instagram

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Preta e Gilberto Gil, seu paiReprodução: Instagram/@pretagil

Preta Gil e Gilberto Gil no Hospital Sírio LibanêsReprodução/Instagram

Preta Gil e Gilberto GilReprodução/Instagram

O perfil oficial de Gilberto Gil no Instagram compartilhou que a apresentação de “Drão” foi dedicada à filha do cantor, Preta GilReprodução: Instagram/Preta Gil

Preta Gil recebeu alta da UTIReprodução: Instagram/Gilberto Gil

Gil interpretando a canção “Andar com Fé”, com Caetano VelosoReprodução: YouTube/Gilberto Gil e Caetano Veloso

Gilberto Gil também compartilhou momento de alegria pela recuperação da filhaReprodução: Instagram/Gilberto Gil

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Gilberto Gil e Preta Gil durante tratamento da cantoraReprodução: Redes Sociais

Gilberto abraçando Preta em publicação do feed no InstagramReprodução: Instagram

Gilberto e Preta dividindo o palcoReprodução: Instagram

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“Na minha casa, Preta se tornou nome próprio. Quando fui fazer o registro da Preta Gil, eu falei para a moça registrar Preta. Ela perguntou: ‘Preta?’ Eu disse: ‘Sim. Se for Branca, Bianca, Clara, pode? Acho que a senhora já registrou muitas’. Aí ela colocou”, contou o cantor em uma publicação feita nas redes sociais em dezembro de 2021.
A situação, hoje relembrada com bom humor pela família, virou motivo de brincadeira em encontros e conversas entre os Gil. Em entrevistas, Preta contava a história com leveza:
“O tabelião falou: ‘Você não vai poder registrar o nome de sua filha de Preta’. Imagina! Meu pai começou a fazer discurso”, recordou a artista, referindo-se ao posicionamento do pai, que insistiu em manter a escolha.
No entanto, o nome só foi aceito mediante uma condição colocada pela funcionária do cartório, que exigiu um segundo nome de origem cristã para que o registro fosse validado. Assim, a filha do cantor passou a se chamar oficialmente Preta Maria.
“Tudo bem, você vai botar Preta, mas só se botar um nome católico junto.’ Então eu me chamo Preta Maria por conta do tabelião e pela Mãe Divina”, explicou a cantora.
A história do nome, que mistura resistência, afeto e religiosidade, acabou se tornando mais do que uma curiosidade: virou símbolo de identidade e afirmação para a artista, que nunca deixou de honrar a escolha dos pais.